Passado tempo o suficiente para que a humanidade pudesse acreditar ter superado tais máculas obscurantistas, em pleno século XXI e sob os auspícios democráticos do ocidente, assiste-se à reedição da censura oficial de Estado como vetor de perseguição a um movimento “herético”. Trata-se de uma nova e igualmente ilegítima prática inquisitorial da nossa era Contemporânea: o Malleus Holoficarum, ou “o martelo do Holocausto”.
Galileu Galilei, o pai da física moderna, se retrata perante o Santo Ofício
“Eu, Galileu Galilei, aos setenta anos de idade e ajoelhado diante de vós, Eminentíssimos e Reverendíssimos Senhores Cardeais, juro que sempre acreditei, acredito agora e, com a ajuda de Deus, acreditarei futuramente em tudo o que é aceito, pregado e ensinado pela Santa Igreja Católica Apostólica Romana, visto que, após me ter sido feita a injunção judicial por esse Santo Ofício para que eu abandone por completo a falsa opinião de que o Sol é o centro do mundo e imóvel, e de que a Terra não é o centro do mundo e se move, e me proibindo de aceitar, defender ou ensinar a dita doutrina, e escrevi e imprimi um livro no qual discuto essa doutrina, e por essa razão apontou-me o Santo Ofício como veementemente suspeito de heresia. Assim sendo, visando dissipar essa forte suspeita, abjuro, amaldiçoo e abomino os já mencionados erros e heresias, e de um modo geral todo e qualquer erro e seita que de qualquer maneira sejam contrários à Santa Igreja. Eu jurei, prometi e me comprometi conforme acima”.
Fonte: Sama Multimídia
O ícone da luta contra o dogmatismo, Galileu Galilei, por livre e espontânea pressão, se retrata perante os inquisidores do Tribunal da Santa Igreja do Holocausto
“Eu, Galileu Galilei, gói subserviente e ajoelhado diante de vossa chutzpah, Eleitíssimos e Holocaustíssimos Senhores Rabinos, juro que sempre acreditei, acredito agora e, com a ajuda de Jeová e dos ensinamentos do Talmud, acreditarei futuramente em tudo o que é imposto, propagandeado e lobotomizado pela Nova Ordem Mundial Sionista pós-45. Visto que, após me ter sido feita a censura judicial por meio do Malleus Holoficarum para que eu abandone por completo a minha livre-convicção sobre fatos históricos, tecnicamente embasada, de que não ocorreu um tal “Holocausto Judeu”, durante a Segunda Guerra Mundial, e de que a história do Nacional-Socialismo deveria ser revisada, e me proibindo de aceitar, defender ou ensinar a dita tese, escrevi e imprimi um livro no qual discuto essa estória fantasiosa, e por essa razão apontou-me a Holo-Inquisição como veementemente suspeito de um delito de opinião contra a “verdade oficial”. Assim sendo, visando dissipar este forte receito de implosão da Mentira do Século, abjuro, amaldiçoo e abomino as já mencionadas verdades inconvenientes e teorias “politicamente incorretas”, e de um modo geral todo e qualquer questionamento racional e independente que de qualquer maneira seja contrário às ideologias vencedoras do conflito. Coagido a me retratar, prometi e me comprometo conforme acima a ser um Tato inofensivo aos planos dos Sábios de Sião”.
Publicado originalmente em 9 de novembro de 2012.
20 anos se passaram desde a publicação deste artigo. Busque agora na memória as medidas adotadas e a narrativa imposta de forma uníssona pelos grandes veículos de mídia na época sobre a “terrível pandemia”. Adicione-se a tudo isso os pseudocientistas (faça aqui um paralelo com os “historiadores” que endossam o h-conto), a Organização Mundial da Saúde e outros organismos internacionais, repletos de burocratas mais preocupados com o contracheque no final do mês… Você perceberá que a credulidade e o medo das pessoas permaneceram praticamente inalterados desde a época de Galileu – NR.
