Mais um capítulo da Indústria do Holocausto. Análogo às nossas cansativas e entediantes novelas, o holoconto de judeus também apela para a emoção e tenta se manter acima do nível d’água. O conto em torno desta “descoberta” é digna do clichê holocáustico: contradições, suposições e mentiras.
Estatueta de Mickey Mouse encontrada no campo de Auschwitz (AFP)
Uma estatueta de porcelana de Mickey Mouse, que provavelmente pertenceu a uma criança deportada ao campo de extermínio nazista de Auschwitz-Birkenau, foi encontrada recentemente, mais de 70 anos após o fim da Segunda Guerra Mundial, informou à AFP uma fundação local.
“É um objeto muito triste, pois recorda uma criança que sem dúvida morreu no campo. Foi encontrado pouco depois da guerra, às margens do Vístula, a mais de um quilômetro do campo pelos moradores de uma granja, que o colocaram ao lado de outros pequenos objetos e nos entregaram recentemente”, afirmou Agnieszka Molenda, presidente de uma fundação que reúne peças vinculadas à história do campo.
A organização, que colabora com o museu Auschwitz-Birkenau, reuniu milhares de objetos que eram preservados pelos moradores da região.
“Não sabemos nada e talvez nunca saberemos a quem pertencia a estatueta”, disse.
“Sabemos apenas, após examiná-la, que foi fabricada na Alemanha nos anos 1930 sem direitos autorais da Disney. É um modelo que esteve à venda na Alemanha entre 1929 e 1932 e foi exportado para países europeus vizinhos”, explicou Molenda.
“O homem que nos entregou a peça, e que pediu anonimato, contou que seu avô, ao trabalhar nos campos depois da guerra, desenterrou a estatueta junto com moedas do gueto de Lodz (centro da Polônia) e escovas pequenas. Ele guardou os objetos em casa”.
Contradição e suposição, pois primeiro se afirma que a figura do famoso ratinho de Disney pertenceu a “uma criança que sem dúvida morreu no campo” e logo depois nos presenteia com a pérola “Não sabemos nada e talvez nunca saberemos…” e “Sabemos apenas, após examiná-la, que foi fabricada…”. Ou seja, um reflexo típico, com suposição mentirosa para afirmar a crença no relato oficial do holoconto, seguido de um fato insignificante – NR.
Quase 1,1 milhão de pessoas, principalmente judeus de vários países europeus, morreram no campo de extermínio de Auschwitz-Birkenau. Quase 80.000 poloneses, 25.000 ciganos e 20.000 soldados soviéticos também foram assassinados. O campo foi libertado pelo Exército Vermelho em janeiro de 1945.
Historiadores calculam que 232.000 crianças morreram no campo de extermínio.
Estes tais “historiadores” não aguentariam meia hora de debate em torno da veracidade do relato oficial sobre o suposto “holocausto judeu”. Até a queda do muro de Berlim, o número girava em torno de 4 milhões. Depois foi reduzido para 1,1 milhão. Para aprender um pouco sobre este assunto, recomendamos a leitura do artigo “Holocausto judeu” – O que aconteceu realmente e o tópico Lições sobre o Holocausto – NR.
Fonte: em.com.br
