Após mais de uma década de incessante luta, ele chegou ao cargo de chanceler e, posteriormente, ao de presidente do Reich. Ao contrário do que muitos historiadores dizem, o fez de forma democrática e por vias legais. Promoveu uma revolução nacional sem disparar um tiro sequer, unindo todo o povo em prol do bem comum. Em 1938 fora indicado duas vezes ao premio Nobel da Paz.
Ao povo cabe pensar, refletir, ao menos tentar. Isso, se a novela das oito não atrapalhar…
Seria esta uma pergunta que já ressoou no pensamento de muitas pessoas ou apenas uma questão com uma resposta rápida e ríspida, popularmente, na ponta da língua?
Observando-se como a grande massa age de forma descerebrada e autômata, assemelhando-se a gentis escravos dos meios de propaganda e difusão de (des)informação mundial não é difícil de pensar na segunda opção. Afinal, já se vão mais de 65 anos de difamação, calúnias, mentiras e ódio cego contra o líder alemão… Assim, se dá por quase certo que a grande maioria das pessoas, quando confrontadas com a pergunta acima, responderão com palavras semelhantes a assassino, ditador, louco e até mesmo anticristo.
A questão é controversa, mas não é preciso ser um gênio para perceber que estes cidadãos não têm opinião própria, visto carecerem de informações suficientes para sequer formar algo parecido a um conceito particular. Eles apenas repetem o que lhes foi impingido pela cartilha do politicamente correto, material editado pelas grandes agências internacionais de notícias e por seus barões plutocratas que se escondem em colossais edifícios.
Mas por que será que não há um único dia sequer onde a memória do Führer e do 3º Reich não sejam citadas e amaldiçoadas? Medo de que o espectro do Nacional-Socialismo se erga triunfante das cinzas tal como uma fênix? O séquito demoníaco dos vencedores de 1945 precisa de combustível para alimentar as chamas de seu reino infernal e manter seu império de decadente liberal democracia. Daí a origem de toda esta campanha.
Mas será que a imagem tirânica de Hitler se manteria perante o povo após exposição pura, simples e não tendenciosa de fatos históricos? Que concepção as pessoas formariam quando confrontadas com a verdade? Para o cidadão ordinário, cuja fonte de (des)informação primária é um simplório livro escolar, um jornal e quando muito uma suposta revista especializada em história, as conseqüências de tal impacto poderiam adquirir dimensões titânicas…
Mas então, afinal de contas, quem foi Adolf Hitler?
Muitos o chamam de mero pintor de paredes, contudo a cada leilão seus trabalhos e até rascunhos são arrematados por altíssimos valores, geralmente superando em muito as expectativas da organização de tais eventos. Ao contrário do traço niilista de um Picasso, a quem até uma criança de 10 anos consegue se igualar [1], Adolf retratou belas paisagens, cenários bucólicos, castelos, catedrais e até temas sacros estavam ao seu alcance. Algo muito detestável para os padrões atuais, onde a tão amada arte (?!) moderna, fruto do relativismo, exalta até a pintura feita por animais [2].
O autor do artigo é comedido em sua adjetivação da atual arte degenerada. O artigo “Isso é arte?” nos fornece uma pequena amostra daquilo que é produzido e admirado por muitos “artistas” contemporâneos – NR.
A arquitetura também foi alvo de seu interesse. Na academia de artes lhe disseram que seu futuro repousava na arquitetura. E mesmo atuando como político continuou a imaginar estradas, pórticos, arcos, monumentos, acrópoles e igrejas. Idealizou a remodelação completa de Linz, sua cidade natal. “Um povo deve ter monumentos que lhe inspirem orgulho pela grandeza da nação”, disse ele em certa ocasião.
Foi assim que um hercúleo esforço de construção tomou conta de toda Alemanha. Trabalhos em concreto, aço e pedra maciça. Durante um longo período no decorrer da guerra essas atividades foram mantidas, pois segundo sua própria opinião “preferia erguer construções civis, como se fazia em Munique, a construir um destróier. Custavam dois milhões de marcos, enquanto um destróier custava doze. Com este dinheiro poderia executar seis construções que, mais tarde, seriam testemunhas de sua época, ao passo que um destróier logo mais é transformado em sucata.” [3]
O projeto da futura capital do Reich é uma pequena amostra dos projetos arquitetônicos daquela época – NR.
Pensamento bem distante da atualidade, onde favelas compõem a paisagem urbana de grandes centros (já consideradas até como o padrão do futuro! [4]).
Foi ele também um escritor. Seu livro “Minha Luta”, divido em duas partes, mesmo contendo trechos de difícil leitura, é um dos livros mais vendidos em todo o mundo. Traduzido para inúmeros idiomas e estando atualmente entre os mais requisitados em países tão insólitos como Índia, Paquistão, Turquia e territórios da Palestina. [5] Na mesma proporção, segue proibido e criminalizado em vários países ocidentais.
Escreveu uma terceira parte para Mein Kampf e outro livro relatando suas memórias da 1º GM, porém ambos os trabalhos não chegaram a ser finalizados e publicados [6], pois teve que desviar a atenção para outros assuntos.
Além de escritor, era um leitor aplicado. Os livros não lhe eram uma mera distração, mas sim, assuntos dos mais sérios. Possuía uma biblioteca particular estimada em torno de 16 mil livros. [7] Quase nada escapava à sua curiosidade, havendo obras que abordavam desde história, arquitetura, militarismo e religião até volumosas enciclopédias e almanaques. [8] Lia de um a dois livros por noite, havendo diversas testemunhas sobre este fato. [9]
Um enorme contraste com políticos e celebridades que se orgulham em dizer que nunca leram um livro.
Assumiu o governo de um país completamente falido à beira de uma guerra civil, desprovido de reservas em ouro, com inflação desenfreada e milhões de desempregados e de subempregados. Com suas idéias inovadoras quanto ao sistema financeiro, empreendeu uma verdadeira ressurreição nacional.
Em sua visão, não era o dinheiro que gerava trabalho, mas sim o trabalho gerava dinheiro. O dinheiro em si não tinha valor intrínseco, era o esforço de trabalho que lhe conferia isto. Ao implantar esta filosofia a nível nacional, se distanciava do trono do ouro, entronizado como deus pelos plutocratas comuno-capitalistas. [10] Como não possuía ainda uma moeda forte, recorreu ao escambo de matéria-prima com outros países. E tudo isto foi um escândalo para os senhores do dogma financeiro.
Promoveu melhorias no ambiente de trabalho nas fábricas. Garantiu direitos aos trabalhadores e criou um bom entendimento entre eles e os patrões. O progresso no padrão de vida era visível. O trabalhador podia ter um carro e até mesmo gozar de férias em um cruzeiro.
Foi reconhecido até por seus inimigos como sendo um grande orador, reunia multidões ávidas por suas palavras, mesmo antes de se tornar líder nacional. Nos dias de hoje, seus discursos são tidos como uma amostra gratuita de ódio, ainda que falando aos jovens que eles precisam ser pacíficos e corajosos. [11]
Após mais de uma década de incessante luta, ele chegou ao cargo de chanceler e, posteriormente, ao de presidente do Reich. Ao contrário do que muitos historiadores dizem, o fez de forma democrática e por vias legais. Promoveu uma revolução nacional sem disparar um tiro sequer, unindo todo o povo em prol do bem comum. Em 1938 fora indicado duas vezes ao premio Nobel da Paz.
Era vegetariano, não ingeria bebidas alcoólicas, não fumava, não tomava café e mesmo seu chá não era forte. Afirmou que trabalhava com a determinação de um sonâmbulo e o fazia incessantemente, muitas vezes até altas horas da noite. Nunca tirou férias e não se permitia nem a possibilidade de ficar doente. [12]
Tentou de diversas formas e em diversas ocasiões evitar a guerra, porém os inimigos da pequenina Alemanha não desejavam a paz. [13] Conforme as condições do conflito se agravavam, seu fardo se tornava ainda mais pesado. Dizia não poder dormir antes do último avião inimigo ter deixado a Alemanha e as últimas pessoas terem saído dos abrigos anti-aéreos. Antes disso não encontrava sossego. [14]
Devido à traição e falta de empenho de vários generais, teve ele próprio que se encarregar de traçar metas, objetivos e estratégias para o campo de batalha, chegando ao nível de detalhamento de onde dispor determinadas armas, conhecendo bem suas características e poder de fogo. [15] Era dito que sua imagem remetia ao titã Atlas, tendo que sustentar o mundo inteiro sobre seus ombros.
Quando as hordas bolcheviques se aproximavam cada vez mais de Berlim, ele resolutamente se negou a fugir, antes, permaneceria resistindo, determinado no lema que sempre defendeu de nunca se retirar e nunca capitular.
Olhando para os políticos de agora, em qualquer país, não é necessária nem mesmo uma linha de comparação.
Fica fácil entender porque pessoas como o Sr. Berenbaum [16] dizem que Nacional Socialismo não deve ser entendido, nem compreendido, mas sim tido como a própria encarnação do mal. Ao povo cabe pensar, refletir, ao menos tentar. Isso, se a novela das oito não atrapalhar…
Viktor Weiß
[1] http://oglobo.globo.com/blogs/moreira/posts/2010/04/28/menino-pinta-como-picasso-sem-nunca-ter-visto-obra-do-genio-espanhol-287252.asp
[2] http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1346271-6091,00-CACHORRO+ARTISTA+PINTA+QUADROS+QUE+VALEM+CERCA+DE+R+MIL.html
[3] “Hitler – Autodestruição de uma personalidade”, Röhrs, Hans-Dietrich.
[4] http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2010/03/467548.shtml
[5] http://www2.macleans.ca/2010/04/21/the-return-of-hitler/
[6] “A biblioteca esquecida de Hitler”, Rayback, Timothy W.
[7] op.cit.
[8] op.cit.
[9] op.cit.
[10] “Derrota Mundial”, Borrego, Salvador. Capítulo ?El Trono Del Oro Empuja a Occidente?.
[11] Filme “O Triunfo da Vontade”, discurso para a juventude.
[12] “Hitler – Autodestruição de uma personalidade”, Röhrs, Hans-Dietrich.
[13] “A farsa de Churchill”, Kilzer, Louis C. A guerra desnecessária. Buchanan, Patrick J.
[14] “Hitler – Autodestruição de uma personalidade”, Röhrs, Hans-Dietrich.
[15] op.cit.
[16] “Lectures on the Holocaust”, Rudolf, Germar.
