“Em matéria de Holocausto eu me junto aos Revisionistas.
Nenhum judeu foi morto em câmaras de gás.”
Os perseguidos pesquisadores do Holocausto – revisionistas em busca da verdade – não estão mais sozinhos. Um braço forte da igreja cristã subiu ao cadafalso dos perseguidos!
Estamos no limiar de uma nova era, que devassa desde o campo financeiro até o histórico
O segundo concílio do Vaticano (1962-1965) culminou com um distanciamento do ensinamento de Cristo. Em consequência disto, o Bispo Marcel Lefebvre criou uma própria comunidade religiosa para pregar e continuar o autêntico ensinamento cristão: a Fraternidade Sacerdotal São Pio X.
A Fraternidade ganha cada vez mais adeptos, enquanto a “igreja traidora” tem que registrar cada vez mais dissidências. As pessoas refletem cada vez mais e confiam cada vez menos em Ratzinger, que condena silenciosamente desde o casamento entre homossexuais até o aborto, mas que na verdade convive com o sistema. O ápice de sua hostilidade a Jesus foi sua visita à sinagoga de Colônia. Além disso, ele luta em prol da construção de Mesquitas em terras cristãs. Ele trai, portanto, a cristandade. E o que é pior, ele faz papel de garoto-propaganda para a religião do Holocausto. Crentes fiéis do ensinamento de Cristo sentem-se ofendidos e vendidos pelo Vaticano, e passam a aderir à Fraternidade São Pio X.
Pelo fato da Fraternidade vir satisfazendo cada vez mais pessoas, o Vaticano viu-se obrigado a amenizar suas críticas à Fraternidade, apesar dos gritos da oposição em Israel. Na esperança de receber a Fraternidade sob o manto do Vaticano, o Papa trouxe novamente a missa em latim e a oração da Sexta-feira Santa, na qual se reza para que os filhos do povo eleito, como o restante das pessoas, possam chegar a reconhecer Jesus Cristo e sua Igreja.
“Em maio do ano passado, o Vaticano redigiu finalmente uma explicação, segundo a qual a Fraternidade São Pio X é uma associação reconhecida pelo Vaticano.” [Spiegel, 4/2009, Pág.32] Mais ainda em maio de 2005, quando Ratzinger recebeu o expoente máximo da Fratenidade, Bernard Fellay e o responsável na Alemanha, Padre Franz Schmidberger, em sua residência de verão em Castelgandolfo. “Desde então vem acontecendo um freqüente trânsito diplomático.” [Spiegel, 4/2009, Pág. 32]
Portanto, a Fraternidade São Pio X não é uma mera seita que possa ser ignorada pelo Vaticano. O fundador da Fraternidade, o Cardeal Lefebvre, incumbiu antes de sua morte seu irmão de fé, bispo Richard Williamson, a continuar sua obra. E assim, Monsenhor Williamson é bastante ativo na crescente comunidade da Alemanha. Bispo Williamson, em sua luta pela verdade, não tem muita consideração pela falsa Religião do Holocausto (veja abaixo o texto na íntegra da revista Spiegel):
“Um episódio que aconteceu à margem de uma cerimônia, ano passado, em Regensburg, poderia prejudicar as tensas relações entre católicos e judeus. Williamson viajou para Zaitzkofen, onde a Fraternidade realizou um seminário em um antigo castelo barroco, para consagrar o convertido sueco Sten Sandmark como novo decano da Pio X. Como essa conversão estava sendo considerada um escândalo pela igreja evangélica no extremo norte, o repórter de TV Ali Fegan estava lá. Após a consagração, ele entrevistou na capela o Bispo Williamson diante das câmeras.
A conversa voltou-se para o crime dos nazistas (Por quê? Leia então o artigo Ameaça fantasma, ou não… – NR.) No filme pode se ver como Williamson faz uma pausa e então diz que ele não acredita que seis milhões tenham sido gaseados em câmaras de gás.
Ante à surpreendente pergunta: Ou seja, não existiram quaisquer câmaras de gás? , o Bispo respondeu: Eu acredito que não existiu qualquer câmara de gás, sim.
Em matéria de Holocausto, ele se junta aos Revisionistas , os quais acreditam que duzentos a trezentos mil judeus pereceram nos Campos de Concentração. Mas nenhum deles através de gás em uma câmara de gás.
Então o religioso discorreu ainda sobre as técnicas impróprias como a altura da chaminé, as portas sem vedação, que são mostradas hoje aos turistas em Auschwitz-Birkenau. Se isso não é anti-semitismo , emendou o repórter sueco, o que é então?
Bispo Williamson: Se anti-semitismo é do mal, ele é contra a verdade. Mas se algo é verdadeiro, ele não é do mal. Não me interessa a palavra anti-semitismo.
O documentário com 1 hora de duração foi mostrado pela televisão sueca SVT1 na quarta-feira desta semana no programa Uppdrag gransknig , em alemão Auftrag Überprüfung (Missão Verificação) – também na intenet.
O Conselho Central, já informado sobre as declarações, que verificar juridicamente, se Williamson cometeu um crime – a negação do Holocausto é um delito oficial por aqui.” [Spiegel, 4/2009, Pág. 33]
Baseado no artigo do National Journal
A entrevista do Bispo Williamson – legendada – pode ser vista aqui: estadao.com.br