Pertencer a uma raça depende de uma linhagem. Pertencer a uma religião depende de uma fé. São os judeus uma raça ou uma religião?
Mistura racial: uma ameaça ao povo judeu maior do que o terrorismo
300 rabinos de toda a Europa e Israel reunidos em Paris nesta semana.
O Rabino Israel Meir Lau, ex-chefe do rabinato em Israel e atual presidente do Memorial do Holocausto Yad Vashem disse que “a assimilação é hoje a maior ameaça para o povo judeu”.
Falando durante um encontro em Paris para cerca de 300 rabinos de toda a Europa e Israel no início desta semana, Lau disse que “a assimilação é uma ameaça maior do que o anti-semitismo e o terrorismo para o futuro dos judeus”.
Lau mencionou estatísticas dos Estados Unidos mostrando que dentre 100 judeus da primeira geração somente 3 continuam como judeus na quarta geração.
Isto foi recebido como um choque pelos rabinos que assistiram ao Congresso Anual organizado pelo Centro Rabínico da Europa (RCE) na capital francesa.
“Nós soubemos que o problema é mais agudo nos E.U.A. Infelizmente para a Europa nós não temos estatísticas exatas”, disse Ascher Gold, porta-voz do RCE.

Rabino Meir Lau: assimilação é a “maior ameaça” ao povo judeu
Mas na Grâ Bretanha, por exemplo, o rabino Yisroel Yaakov Lichtenstein, cabeça da corte judaica no Reino Unido, falou de uma assimilação em torno de 50% entre judeus neste país.
“Os jovens não estão interessados na religião, não têm nenhuma conexão com o judaísmo” disse Ascher Gold, que lamentou o desaparecimento dos valores judaicos e da identidade judaica.
Muitos rabinos confirmaram ao RCE que há uma assimilação em grande escala entre partes do judaísmo europeu e que muitas comunidades “estão desaparecendo” em consequência disso.
De acordo com o rabino Lau, “não há nenhuma solução rápida para este problema”. Mas salientou que os rabinos são a chave para a solução, uma vez que hoje são os “verdadeiros” líderes judaicos em cada comunidade. “Nós devemos investir em espalhar mais a Torah e uma educação mais judaizada”, disse.
Outros tópicos discutidos durante a conferência de dois dias foram: o ressurgimento do anti-semitismo na Europa, bioética, família, terapia conjugal e as relações com a igreja católica à vista da controvérsia com o Vaticano em torno do “negador do holocausto”, o bispo britânico Richard Williamson.
Na quarta-feira, uma delegação de rabinos reuniu-se com o ministro do interior francês Michèle Alliot-Marie, que saudou os valores do judaísmo de respeito à dignidade humana.
Baseado em Bruxelas, Bélgica, o RCE é uma organização dedicada a ajudar mais de 600 rabinos, assim como as comunidades judaicas européias em suas atividades diárias.
“O ministério do interior israelita sujeitava alguns imigrantes da antiga URSS a testes de DNA, a fim verificar sua ascendência judaica. O renomado diário israelita Haaretz relatou que as dúzias de novos imigrantes já haviam sido solicitados a realizar o teste, e que aqueles que tinham declinado corriam o risco de deportação.” [Jewish Chronicle, (Londres) 10 de Julho, 1998, Página 3]
FONTE: National Journal
Não é por menos que pesquisadores têm confirmado que o orgulho racial é fator decisivo para a saúde pública – NR.
Publicado originalmente em 15/04/2009
Rabino Meir Lau acompanha presidente Lula em sua visita ao Museu Yad Vashem
O Blog do Planalto reconheceu muito bem o que é “surfar na crista da onda” e em referência à visita do ex-presidente Lula ao Museu de Yad Vashem, em Jerusalém, estampa como título da reportagem: “Museu do Holocausto: visita obrigatória para quem quer dirigir uma nação”. Por que isso seria obrigatório? Para endossar uma versão histórica que está longe de ser comprovada? Esta “obrigatoriedade” é apenas um reflexo condicionado em reverência a quem realmente detém o poder, vide a subserviência dos congressistas norte-americanos diante da visita do primeiro-ministro de Israel. Apesar de não gostarem muito disso, eles devem abaixar a cabeça.

Presidente Lula durante visita ao Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Jerusalém.
Foto: Ricardo Stuckert/PR
“O Holocausto e a escravidão foram grandes crimes da humanidade”, comentou Lula ao diretor do Conselho Deliberativo do Museu, o rabino Israel Meir Lau, que acompanhou toda a visita ao lado do presidente brasileiro.
Blog do Planalto, 16/13/2010.
“O Holocausto e a escravidão foram grandes crimes da humanidade”, comentou Lula
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Resta saber se o Lula sabe quem foi que trazia os negros para as américas,provavel que vai falar que foram os malvados europeus.
Pelo que parece, Lula não sabe quem foram os responsáveis pela escravidão e holocausto dos negros. Alguém que tenha contato com ele, poderia lhe indicar a leitura de “História Secreta do Brasil” de Gustavo Barroso.
Primeiramente, o presidente do Yad Vashem é Avner Shalev e não um rabino.
Judaismo é religião. Por força de expressão você pode citar o “povo judeu”, o “povo católico”, o “povo muçulmano”, o “povo busdista”…
No mais, decidam-se: Vocês sempre alegam que judeus não se misturam e postam um artigo sobre assimilação?
Francisco, o sr. está cada vez pior! Onde o sr. viu no texto que Yad Vashem é rabino?
No mais, não há nenhuma indecisão. O texto mostra que o rabinato está preocupado com o excesso de mistura, exatamente porque a premissa do povo judeu é não se misturar. Onde está a indecisão?
Segue parte do texto acima:
…O Rabino Israel Meir Lau, ex-chefe do rabinato em Israel e atual presidente do Memorial do Holocausto Yad Vashem disse que “a assimilação é hoje a maior ameaça para o povo judeu”…
No texto está claro que o memorial Yad Vashem tem como presidente o Rabino acima. O que é um equivoco.
Humberto, leia os meus comentários com mais atençaõ. Obrigado!
Tem razão, entendi sua frase de forma equivocada.
Todas as religiões tem a premissa de não se misturar. Alguma dúvida quanto a isso?
Posso modificar minha postagem original para:
“Primeiramente, o presidente do Yad Vashem não é o Rabino (no caso Meir Lau) e sim Avner Shalev”. Ok?
Historicamente, poucas, muito poucas como o judaísmo. Mas devo reconhecer que antigamente era pior. Mas, ainda assim, não há nenhuma indecisão por parte da mátéria acima.
Humberto, podemos analisar a matéria acima em duas partes distintas. Primeiro, a pergunta que é feita (judeu é raça ou religião). A segunda parte é de uma lógica perfeita. Rabinos preocupados com a assimilação. Não vamos confundir “mistura” (não sei se essa é a melhor palavra) com assimilação. A definição de assimilação é: processo pelo qual um grupo social perde suas caracteristicas distintivas sendo absorvida por um grupo maior. Existem no mundo entre 13 e 14 milhões de judeus, o que convenhamos é muito pouco. Em qualquer país, são minoria. O único país que são maioria é Israel (78% da população). A função dos rabinos é essa! Manter seus fiéis. O mesmo se pode dizer com relação a todas religiões. O Vaticano tem manifestado ao longo dos últimos anos, enorme preocupação com a perda de fiéis (conversões). O islamismo, segunda maior religião com 1 bilhão e 300 mil fiéis é a mais rigorosa, não aceitando a conversão e nos países que tem a Sharia como código de leis, a conversão é punida com a pena de morte (infiéis). O Budismo é a religião com o maior número de conversões. O Hinduismo (quase 1 bilhão de adeptos) e o Judaismo são consideradas as religiões mais antigas do mundo. O que você, com esses dados, conclui sobre a existência de somente 13 ou 14 milhões de judeus no mundo?
Primeiramente, sr. Francisco, uma simples leitura já nos revela que o texto é de 2009, portanto, será que naquela época o rabino não era o presidente do Yad Vashem?
Vejamos então o que nos diz a wikipedia:
“In 2008, Lau was appointed Chairman of Yad Vashem, succeeding Tommy Lapid.”
Posso estar engando, mas pesquisei e Avner Shalev é o presidente do Yad Vashem desde 1993.
Meir Lau é o presidente do conselho curador e não presidente do memorial.
Francisco, Francisco serás o mesmo do M.U?
Para suas desculpas no texto um velho provérbio ÁRABE:-
Caíste sozinho ou foi o camelo que te arremessou?
Tanto faz: o fato é que você caíu.
Quanto às suas tentativas de defesa do indefensável eu lhe mando outro velho ditado ÁRABE:-
Eu já falei que é boi, mas VOCÊ insiste em querer ordenhar…
O Francisco quer desviar o assunto, que é grave, para algo sem qualquer importância (para a questão irrelevante se o Lau foi presidente deste instituto de lobby do holocausto ou não).
Julião, se você ler meu primeiro comentário, poderá ver que respondi a pergunta do artigo. Posteriormente me apeguei a um pequeno detalhe. Você não fez nem um nem outro. Espero que faça.
O blog do Planalto está correto, infelizmente: “Museu do Holocausto: visita obrigatória para quem quer dirigir uma nação”.
Só assim são permitidas aos “governantes” as premissas de seus cargos. E isto é odioso: “Rezem nossa cartilha e repitam nossa cantilena”. Ou…!
Quanto à “raça” judia, não há discussão: ELA NÃO EXISTE! Daqui a pouco, vão aparecer as “raças” árabe, budista, gay,…
Só há a RAÇA HUMANA, subdividida em BRANCA, NEGRA, AMARELA E VERMELHA!
Abraços.
Raça é uma construção genético histórica realizada pelas adaptações à geografia, clima, cruzamentos, práticas físicas e sociais, agora, os judeus estão tentando construir uma raça distinta de todas as demais pela religião. Acho que é fail.
Leia-se o enxerto abaixo:
*
A verdade, meus camaradas, é que o feitiço está a virar-se contra o feiticeiro, e este já não sabe o que fazer para evitar a própria destruição.
* Além do texto ser longo, o que seria mais indicado para um debate no Fórum, ele contém diversas generalizações discriminatórias gratuitas, as quais não estão solidamente fundamentadas. A Redação.
Mas que LINHAGEM pode ser a raça judia?
“Só há a RAÇA HUMANA, subdividida em BRANCA, NEGRA, AMARELA E VERMELHA!”
Isso seriam troncos raciais e não subdivisões.
“Raça humana” não existe, se todos são humanos não se utiliza o termo raça, mas espécie humana. Existem diversas raças humanas.
Exemplo: A espécie Canis lupus familiáris (cão doméstico) é diferente da espécie canis lupus (lobo selvagem), existem diversas raças tanto do cão doméstico quanto do lobo selvagem. Isso na verdade são apenas convenções biológico-científica. Nos artigos abaixo isso ficará claro. Na minha concepção, deveriam considerar-se da mesma espécie os seres que são capazes para cruzamento fértil.
Os entrecruzamentos entre uma raça tronco de lobo com outra ex: lobo cinzento nórdico com o chacal do deserto cria uma nova raça de lobos secundária. Assim também ocorre com o cão, que sua espécie possui origem dos lobos, seu tronco racial vai depender da raça tronco ou raça secundária de que foi domesticado. Nos cães podemos perceber as diferenças claramente quando observamos as raças provenientes da região nórdica, as semelhanças com o lobo cinzento nos pastores alemães, ruskyes, colies, etc..
A espécie humana não é muito diferente, inclusíve, teorias surgem e se vão e o tal ancestral comum não aparece. Os antropologos não conseguem dizer se os neandertais são do mesmo ramo sapiens ou não, mas já são obrigados a reconhecer que estes não foram extintos como reza a lenda e que não eram trogloditas como os darwinistas e hollywoodianos queriam nos fazer crer. O que fez suas sociedades regredirem diante da invasão dos sapiens do sul foram os seus pequenos grupos sociais dispersos, o despreparo para o clima em mudança e seu estilo de vida basicamente arraigado a caça. Assim sendo, quando os outros vieram aos milhares e mataram os animais de que o neandertal necessitava para caça, foram enfraquecendo-se, fugindo ao norte e sendo assimilados. Não acredito que todos tenham sido assimilados. Assim como cães e os lobos…
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/historia/neandertais-cara-nova-433546.shtml
http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/nove-mitos-e-verdades-sobre-os-neandertais
Eu costumo dizer: “É prolixo? Vai pro lixo!”
Mas sua explicação foi interessante, colega. Grato por isso.
Consideremos, então, minha colocação como “informal” ou “popular”.
Abraço.
Sou Brasileiro, da religião Judaica e Sionista, todos os três com muito orgulho…….obrigado
Também sou brasileiro, minha religião é o amor ao próximo e só obedeço à vida, com toda a satisfação.
A verdade é, os talmudistas reconhecem que a miscigenação é maléfica. Por que será, então, que os mesmos a pregam tanto aos gentios?
Simples, existem características e capacidades intrínsecas a determinadas raças que não devem ser perpetuadas, a fim de, que não se ponha em risco os planos de deterioração moral e espiritual dos gentios, para que ocorra a sua total domesticação talmúdica. Os que são menos miscigenados são muito mais ligados à espiritualidade e à natureza, assim como os lobos…
Os lobos são soberanos…
Fato é, que a miscigenação coincide com o fim e a decadência de todas as religiões e culturas, seja;
Judaísmo, Germanismo, Cristianismo, Budismo, e etc.
O problema central é se irá haver um renascimento do caos, com uma raça cósmica, sintetizada, ou se, afinal de contas, Gobineau estava certo.
Até o final deste século isto vai ficar bem claro…
Isso, na minha opinião, não é importante. O que interessa é o caráter do ser humano.
Francisco, responderei a este e ao seu comentário a mais acima, já que lá não há mais espaço.
Em primeiro lugar uma opinião pessoal: não entendo o problema da miscigenação como genético e sim cultural. Não há estudo conclusivo que prove que dadas características genéticas são superiores a outras independente do ambiente e da necessidade. Portanto, penso que a miscigenação é um grande problema em qualquer que seja a esfera. Um verdadeiro genocídio cultural.
Em seu comentário, em que “O que interessa é o caráter do ser humano”, devemos olhar a coisa de forma um pouco mais profunda: o que forma o caráter humano. Entre outras coisas, destacaria educação e religiosidade como fatores de compreensão do mundo ao redor e, consequentemente, um padrão de comportamento correto dentro de um contexto social. Ocorre que a educação e religiosidade possuem valores que se acumulam e se aperfeiçoam com o tempo, portanto, o passado e o que se aprendeu no transcorrer das gerações é de suma importância. É aí que a miscegenação cultural faz com que uma civilização esteja condenada a engatinhar pelo resto de sua existência. Vemos isto muito de poerto aqui, no Brasil, em que os valores não vêm através da sabedoria dos antepassados e da cultura/religião, mas das mensagens e campanhas ao bel prazer da rede globo.
Penso que, o que o texto diz, é que o judaísmo tem padecido de problema semelhante e, para quem prega a não segregação e a miscigenação (como em seu comentário acima), soa estranho.
As tradições judaicas são rigorosas e, evidentemente, esta miscigenação ocorre em escala menor, mas já sugere preocupação do rabinato, tal qual deveria ocorrer em qualquer cultura. O problema é que o que se prega para as demais culturas é a miscigenação indiscriminada, talvez para que valores éticos sejam somente impostos pela TV, mantendo as massas sob controle.
Tirando as religiões mais tradicionais e rigorosas, como você citou o islamismo e o budismo, a maior parte da humanidade possuem tradições flutuantes (se é que isto existe), sem nenhum vínculo de valores com seu povo. A pergunta é: será que isto não é feito de caso pensado? E, em caso positivo, quem está por trás disto?
Muito bem colocado caro Humberto..
“Não há estudo conclusivo que prove que dadas características genéticas são superiores a outras independente do ambiente e da necessidade. Portanto, penso que a miscigenação é um grande problema em qualquer que seja a esfera. Um verdadeiro genocídio cultural.”
Caractrísticas que são em grande parte advindas das predisposições tanto genéticas quanto socio-culturais.
Quanto às características genéticas, não interessa se são superiores ou não, interessa é que são distintas e precisam ser preservadas como registro histórico social de cada povo ou raça. Já pensou se no futuro em vez de dizermos: “(-como será que eram os mamutes, pena que foram extintos)” -, Diremos: “(-como será que eram os índios e os brancos, pena que foram extintos”-)”.
Humberto,
Você está confundindo assimilação com miscigenação.
Temos religiões preocupadas em não perder adeptos e outras agindo de forma rigorosamente oposta.
“O que interessa é o caráter do ser humano.”
Exatamente Francisco, e você sabe de onde provém o termo caráter?
Vem de caracter, características.., caractrísticas que são em grande parte advindas das predisposições tanto genéticas quanto sociais.
Em uma população miscegenada não se pode definir caráter. Exemplo este facilmente verificado no Brasil, uma grande maioria de gente miscegenada acostumada ao jeitinho brasileiro de corromper todas as coisas.
Isto é tão verdadeiro, Schwerz, que:
“O ministério do interior israelita sujeitava alguns imigrantes da antiga URSS a testes de DNA, a fim verificar sua ascendência judaica. O renomado diário israelita Haaretz relatou que as dúzias de novos imigrantes já haviam sido solicitados a realizar o teste, e que aqueles que tinham declinado corriam o risco de deportação.” [Jewish Chronicle, (Londres) 10 de Julho, 1998, Página 3]
Se o judaísmo é apenas religião qual o porquê dos testes? Por mais que os talmúdicos queiram negar eles vêem a si mesmo e aos demais judeus como RAÇA, dividindo entre si uma origem em comum.
Eles reconhecem tanto o fato que ao longo da História sempre fizeram questão de se manterem separados de todos os povos que os abrigaram. E se realizavam casamentos mistos era por pura e simples convêniência, seja para adquirir maior poder financeiro/político (casamentos com a nobreza) ou garantir o “bem estar geral” dos hebreus onde estivessem (como o casamento de Esther com o rei da Pérsia).
Para os demais, é óbvio, eles não desejavam o mesmo. As nações homogêneas possuem um caráter mais sólido, conseguindo distinguir com mais facilidade em seu cerne os elementos estranhos. E os talmúdicos, já possuindo um longo histórico de expulsões, perceberam que elas ocorriam com mais facilidade nestas sociedades. Daí as várias loas tecidas pelos talmudistas ao cosmopolitanismo e as cidades (e o consequente desprezo ao camponês e a vida no campo, visto sempre como bárbaros e incultos), lugares onde com certeza as atividades passariam menos percebidas.
E com o tempo este cosmopolitanismo se tornou “desejável” também a países e até mesmo continentes (haja vista a imposição do multiculturalismo à Europa e demais nações arianas). O principal entusiasta foi o Conde Richard Nikolaus Coudenhoven-Kalergi. Para ele o único meio de meio de alcançar o império mundial judaico, através da eliminação da Auto-Determinação dos Povos e, então, a eliminação do conceito de Nação através de grandes deslocamentos humanos ou imigração em massa (ou seja, o cosmopolitanismo talmúdico). Para tal ele não utilizava rodeios:
“O homem do futuro será o mestiço. [...]
A futura raça euro-afro-asiática, exteriormente semelhante ao egípcio, substituirá a diversidade dos povos pela diversidade de personalidades. Pois, segundo as leis hereditárias, a diversidade cresce com a diversidade dos progenitores, a unicidade com a unicidade dos progenitores. Nas famílias incestuosas, um filho assemelha-se ao outro: pois todos representam um mesmo tipo de família. [...] Incesto gera tipos característicos – Cruzamentos geram personalidades originais.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 22/23]
Qualquer semelhança com o que vivenciamos hoje não é mera coincidência. E como resultado:
“A consequência é que o mestiço unirá a ausência de caráter, inescrupulosidade, indolência, desleixo, crueldade e falta de fidelidade, com a objetividade, flexibilidade, o espírito aguçado, ausência de preconceito e amplitude de horizonte.”
[Richard Coudenhove-Kalergi, “Praktischer Idealismus”, 1925, pág. 21]
Alguém aqui ainda duvida que a miscigenação em massa é maléfica?
“Alguém aqui ainda duvida que a miscigenação em massa é maléfica?”
É verdade Lohengrin, a miscigenação em massa é maléfica tanto para os judeus como para os arianos.
Não é somente para os judeus e os arianos, Julião, mas sim para todos os povos. Percebe-se que os povos orientais, por exemplo, têm uma grande relutância em se misturar.
Conheço muitos japoneses e vejo o quão racialistas eles são em relação a outras raças. Eles estão errados? Não. Se eles abrissem as pernas ao talmudismo com certeza a admirável cultura secular nipônica jamais chegaria a nós. Aliás, eles assimilam muito bem as outras culturas, mas têm como base o conhecimento ancestral e todo um sistema que os definem como japoneses. Por este motivo a admiração entre o Império do Sol e o Terceiro Reich era mútua.
Assim como entre os povos de pele amarela, há diferenças gritantes entre os diversos povos ários. Há, porém, comum a ambos, uma origem em comum. E neste momento muitos talmudistas, aproveitando destas divergências, espalham o seu veneno para alcançar os esus pérfidos objetivos. Basta percebermos que ao longo da História algumas nações arianas foram mais receptivas aos talmúdicos do que outras.
Caráter, caractere: Sinal impresso nos tijolos e por extensão, no gr. kharaktêr,êros – o que grava, marca, traço particular, natureza particular de alguém, marca de estilo’; Através do lat. charácter,éris, aproximativamente com os mesmos sentidos e cuja f. prevalece na transmissão do cultismo para as línguas modernas de cultura; ver caracter-; f.hist. sXIV carautala, sXV carater, sXV carautolla ‘sinal gravado’, sXVII caracter ‘cunho, traço característico’.
Francisco, utiliza-se a palavra “assimilação” por ser mais leve, mas a verdadeira preocupação é com a herança genética, a base biológica não pode ser recuperada, costumes culturais podem. O patrimônio genético faz parte das características distintivas de um povo. Se por exemplo aquelas tribos isoladas da África, que pode-se dizer que são negros puros, se miscigenarem, também se assimilaram. Assimilação e miscigenação não se confundem, você está certo, mas se relacionam de modo inseparável e profundo.
E se vocês chegarem ao poder, como é que fica a situação de quem não é raça pura?
Até meio estranho falar raça que não é pura.
se eu pegar uma raça e misturar com outra, eu acabo de criar uma raça nova.
Duas posições sobre a Questão Racial:
René Guenon no último capítulo de seu livro “A crise do mundo moderno” afirma que a questão racial é apenas um fator político, sendo que não interfere nas outras questões culturais e religiosas. Ou seja, é apenas um fator externo não interferindo no fator interno.
Julius Evola em alguns de seus escritos sobre política afirma que Gobineau generalizou excessivamente ao colocar toda a questão como uma questão racial biológica. Pelo contrário, existem tanto civilizações que preservaram sua raça originária e entraram em um estado de decadência quanto civilizações que se miscigeneram e entraram num período de ascenção.
E o pior é que tem gente usando estes dois autores para defender as teses eugenistas…
Acho que essa questão de raças só vai atrapalhar na luta contra o comunismo, vai perder centenas de aliados em potenciais, que podem muito bem se unir aos comunistas, que não vão fazer distinções de raças.
Eu por exemplo tenho traços mais de branco, mas um pouquinho moreno.